Acervo Digital do Fórum Brasileiro de Segurança Pública

O Fórum Brasileiro de Segurança Pública - FBSP valoriza a informação como eixo de transformação e mudança social. Na prática, isso se traduz em um programa de trabalho pautado na circulação de dados e de conhecimento acerca da realidade da área e, ainda, na aproximação e na construção de pontes de diálogo entre diferentes segmentos que lidam cotidianamente com o tema. O Acervo Digital do FBSP armazena de forma estruturada a produção bibliográfica institucional, visando a organização, disponibilização, facilidade na busca, recuperação, acesso e preservação dessas informações.

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Amazônia e segurança pública

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Democracia e segurança pública

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Juventude e violência

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Produção de informação

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Selo do Fórum Brasileiro de Segurança Pública de práticas inovadoras- Selo FBSP de Práticas Inovadoras- Casoteca

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Anuário Brasileiro de Segurança Pública

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Encontro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública

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Políticas de segurança pública

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Profissionais de segurança pública

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Sistema prisional e encarceramento

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Atlas da violência

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Financiamento e gastos com segurança pública

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Prevenção da violência

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Racismo e segurança pública

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Violência contra meninas e mulheres

Submissões Recentes

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Atlas da Violência 2024
2024, Uma parceria entre o IPEA e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, este Atlas da Violência 2024, como realizado nas últimas edições, buscou retratar a violência no Brasil principalmente a partir dos dados do Sistema de Informações sobre mortalidade (SIM) e do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), ambos do Ministério da Saúde. Diferentemente das últimas quatro edições, apresentamos em publicação complementar um Retrato dos Municípios Brasileiros (como feito também no Atlas da Violência 2019), com análise das taxas de homicídio de 2022 nas capitais, nas grandes regiões e em municípios com mais de 100 mil habitantes, além de uma discussão sobre a concentração dessas ocorrências e a necessidade de prevenção focalizada no território. Por fim, um tema inédito neste Atlas da Violência 2024 diz respeito à relação entre drogas psicoativas, violência e encarceramento, em que trouxemos achados de várias pesquisas feitas no Ipea nos últimos anos.Lima, Renato Sérgio de; Lins, Gabriel Oliveira Accioly; Alves, Paloma Palmieri; Marques, David; Camarano, Ana Amélia; Lunelli, Isabella Cristina; Bernardes, Liliane; Silva, Frederico Augusto Barbosa da; Coelho, Danilo Santa Cruz; Soares, Milena Karla; Sobral, Isabela; Armstrong, Karolina Chacon; Caballero, Barbara; Moura, Luciano; Brandão, Juliana; Martins, Juliana; Pacheco, Dennis; Matosinhos, Isabella; Oliveira, Nabi; Carvalho, Thais; Fernandes, Danielle; Pereira, Carolina de Freitas; Ribeiro, Thamires da Silva; Bohnenberger; Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA); Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP)
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Entidades da sociedade civil manifestam preocupação com o edital da PMESP que precariza o programa de câmeras corporais
2024-05-23, Fórum Brasileiro de Segurança Pública; Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP)
The project implementing body worn cameras to the São Paulo State’s Military Police in 2020, titled Programa Olho Vivo, represented a very important step towards the police force’s professionalization. It significantly increased transparency and accountability, protecting police officers from fake reporting, producing new proofs for the Justice System to instrumentalize in its task of reducing the levels of lethal use of force. Part of Olho Vivo’s success is due to the involved staff’s efforts in studying and implementing it. On another note, highlighting questionable aspects of the current bidding of the program is fundamental if its success is to be maintained. Such aspects are going to be addressed in this note.
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A nova corrida do ouro na Amazônia: garimpo ilegal e violência na floresta
2024-04-19, A publicação que segue aprofunda apontamentos sobre as imbricações entre a exploração de ouro ilegal e a atuação das facções criminosas do narcotráfico o garimpo ilegal, buscando subsídios para compreender o fenômeno para além dos números, realizou-se uma pesquisa qualitativa centrada no trabalho de campo em dois locais específicos: região da Bacia do Rio Tapajós, mais especificamente nos municípios de Itaituba, Jacareacanga e Santarém, no Pará, e em Roraima, sobretudo nas cidades de Boa Vista e na Terra Indígena Raposa do Sol (TIRSS). Foram realizadas dezenas de entrevistas com profissionais de segurança pública, atores da proteção ambiental, além de observações etnográficas e conversas informais com garimpeiros e moradores. Chegou-se, assim, a um conjunto de dados que permite contar a história do avanço do garimpo nesses territórios, evidenciando o impacto para as populações que ali vivem e para a preservação do meio ambiente, assim como as relações com o aumento da violência e com o fortalecimento das organizações criminosas do narcotráfico.Lima, Renato Sérgio de; Bueno, Samira; Couto, Aiala Colares; Marques, David; Barros, Betina; Bohnenberger , Marina; Sobral, Isabela; Carvalho, Thaís; Sabino, Thiago Alan Guedes; Chagas, Rodrigo; Ferreira, Welington Morais; Joel , Valério; Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP); Do Rosário, Josenilma Santos; Moraes. Lucas Patrick Alves; Lembrança, Marcos Vinícius de Rezende; Da Silva, Fernanda Viana
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The use of body cameras by the uniformed police of the State of São Paulo
2023, Na última década, departamentos de Polícia mundo afora passaram a implementar o uso de câmeras corporais (COP) nos fardamentos dos policiais. Seja com a justificativa de reduzir os níveis de uso da força, fortalecer mecanismos de controle ou melhorar a produtividade, o fato é que a utilização de câmeras no dia a dia do patrulhamento tem sido vista como sinônimo de profissionalização das forças policiais. No Brasil, as experiências de adoção de câmeras corporais são recentes e escassas, mas têm sido apontadas como um mecanismo promissor para reduzir a letalidade provocada pelas polícias e fortalecer a confiança da população. Embora alguns estudos científicos corroborem essa hipótese, demonstrando redução dos níveis de uso da força quando da implementação das COP na rotina de trabalho dos policiais, outros pesquisas não indicaram resultados similares, o que parece estar vinculado em grande medida ao cumprimento ou não do protocolo de acionamento da câmera. Políticas com potencial de impactar a violência policial reverberam também em políticas de proteção contra a violência contra crianças e adolescentes em um estado como São Paulo: de acordo com o Comitê Paulista Pela Prevenção de Homicídios na Adolescência, houve quase 1.000 mortes decorrentes de intervenção policial no estado entre 2015 e 2018 em que quem morreu tinha menos de 19 anos; isso representou mais de 1 em cada 3 pessoas mortas pela polícia paulista naqueles anos2. Este estudo conecta esses pontos e apresenta o histórico de implementação do Programa Olho Vivo na Polícia Militar do Estado de São Paulo (PMESP), que incorporou as câmeras operacionais portáteis (COP) na rotina de 62 batalhões do estado entre 2020 e 2022, bem como os dados de letalidade no período, chamando atenção para letalidade contra adolescentes. Os resultados indicam que o programa se mostrou positivo ao reduzir a letalidade provocada por policiais em serviço: os batalhões que incorporaram o uso das câmeras corporais tiveram redução de 76,2% na letalidade dos policiais militares em serviço entre 2019 e 2022, enquanto nos demais batalhões a queda foi de 33,3%. O número de adolescentes mortos em intervenções de policiais militares em serviço caiu 66,7%, passando de 102 vítimas em 2019 para 34 em 2022. A vitimização dos policiais no horário de trabalho também apresentou redução, registrando os menores números da história nos últimos dois anos. Os dados indicam que as COP constituem um importante mecanismo de controle do uso da força letal e de proteção ao policial, mas também que a tecnologia configura um instrumento adicional que não deve ser visto como panaceia para os desafios relativos ao uso da força policial. A implantação do Programa Olho Vivo faz parte de um projeto mais amplo que fortaleceu aspectos de governança, controle e accountabillity na gestão de trabalho da PMESP.Bueno, Samira; Lima, Renato Sérgio de; Fernandes, Alan; Marques, David; Sobral, Isabela; Pacheco, Dennis; Nascimento, Talita; Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP)
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Feminicídios em 2023
2024-03-07, Levantamento realizado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) aponta que ao menos 10.655 mulheres foram vítimas de feminicídio no Brasil, entre os anos de 2015 e 2023. Segundo o relatório, o número de feminicídios no país cresceu 1,4% entre 2022 e 2023 e atingiu a marca de 1.463 vítimas no ano passado, indicando que mais de quatro mulheres foram vitimadas a cada dia. As pesquisadoras apontam que esse é o maior número da série histórica iniciada pelo FBSP em 2015, quando entrou em vigor a Lei 3.104/15. A legislação vigente qualifica o feminicídio como um crime que decorre de violência doméstica e familiar em razão da condição de sexo feminino, em razão de menosprezo à condição feminina, e em razão de discriminação à condição feminina.Bueno, Samira; Sobral, Isabela; Lagreca, Amanda; Carvalho, Thais; Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP)